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quinta-feira, 11 de março de 2010

MITOS E VERDADES SOBRE BATERIAS DE NOTEBOOKS

Veja, a seguir, alguns mitos e verdades sobre como garantir vida longa para a bateria de seu notebook. As respostas foram dadas por Henrique Joji, diretor de marketing e produtos da Dell.

Bateria de notebook "vicia"?

MITO - Atualmente, os portáteis trazem baterias de íon lítio, que armazenam bem mais energia que as baterias antigas e não sofrem com o "efeito memória". Assim, não é preciso carregá-las até o máximo e tão pouco esperar descarregá-las até o mínimo, como acontecia antigamente. É possível passar o dia todo com o notebook na tomada sem se preocupar em deixar a bateria "viciada".

Tirar a bateria enquanto o notebook estiver na tomada prolonga a sua vida.

VERDADE - Se você é um usuário que utliza o notebook como um desktop, ou seja, não o carrega de um lado para outro, é indicado retirar a bateria enquanto o notebook está na tomada. Com o procedimento, a vida útil do equipamento pode aumentar em 10%. Uma dica é guardar a bateria carregada e usá-la a cada uma ou duas semanas para dar nova carga.

Tenho que usar a bateria até o final para depois carregá-la.

MITO - Não é preciso esperar tanto. Sempre que sentir necessidade de dar mais uma carga, pode plugar o notebook na tomada.

Assistir filmes baixados consome menos energia do que usando o DVD.

VERDADE - De acordo com Henrique Joji, o disco rígido do laptop consome menos bateria do que usar o leitor óptico porque não é preciso enviar energia para fazer as engrenagens funcionarem. Assim, prepare-se para converter seus DVDs em arquivos com formato compatível com o portátil. Existem diversos softwares para fazer essa conversão, conhecida como "ripagem de DVDs".

Dispositivos USB são verdadeiros vilões quando o assunto é consumir bateria.

VERDADE - Todo dispositivo USB precisa ser alimentado pelo próprio notebook para funcionar, mesmo quando não está ativo. Modems 3G e conexões eSata também entram na lista dos itens que devem ser evitados na hora de economizar bateria.

Ligar e desligar o notebook várias vezes contribui para o consumo de energia.

VERDADE - Ao ligar o notebook, a Bios (chip responsável pelo reconhecimento de hardware) realiza todo o processo de inicialização de hardware e do sistema operacional. Este processo consome muita energia.

Um notebook não gasta nenhuma energia quando está em standby.

MITO - o notebook em "standby" consome energia, mas em uma quantidade muito menor do que quando está ligado. O mais indicado é colocar o notebook no modo Hibernação do Windows, já que ele consome menos energia do que no modo Espera. As duas opções oferecem o mesmo resultado: desligam o notebook enquanto ele não está sendo usado e restaura os aplicativos e janelas que estavam sendo usados quando ligado novamente. A diferença é que o modo Espera deixa os dados gravados na memória, o que vai consumir mais bateria.

Discos SSD economizam bateria.

VERDADE - Discos SSD consomem menos bateria que os discos rígidos convencionais.


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As novas tecnologias de interação com as máquinas prometem em breve tornar o teclado e o mouse objetos de museu

O ano começou com a promessa de enterrar uma era tecnológica. Quem esteve na última edição da maior feira de eletrônicos de consumo do mundo, a Consumer Electronics Show (CES), realizada em janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos, saiu com a certeza de que uma das tendências mais importantes do mundo da tecnologia é a mudança radical na maneira como interagimos com computadores e equipamentos eletrônicos. Os controles remotos do televisor, do videogame e os mouses e teclados podem estar em seus derradeiros dias. Os maiores fabricantes do mundo já mostraram as primeiras versões de aparelhos de TV controlados por gestos, uma infinidade de computadores com tela sensível ao toque e até mesmo carros que respondem a uma série de comandos de voz. Durante muito tempo essas novas interfaces de controle não puderam sair do papel por causa do alto custo das tecnologias envolvidas. Agora, porém, essa questão está cada vez mais em segundo plano. "O custo de projetores, processadores e câmeras vem caindo rapidamente, e a qualidade, aumentando", diz John Vincent, presidente e cofundador da GestureTek, empresa que há 20 anos trabalha com tecnologias de reconhecimento de gestos. "Prevejo uma grande adoção de novos sistemas de controle já a partir deste ano."

O iPad, computador em formato de prancheta apresentado pela Apple em janeiro de 2010, mostra como cada vez mais equipamentos estão aderindo às tecnologias de interface por toque, gestos ou fala. O iPad obteve o maior destaque, mas diversos outros fabricantes já demonstraram modelos semelhantes. Esses novos aparelhos abrem ainda mais espaço para os PCs no dia a dia: ao dispensar o mouse e o teclado e permitir o uso com conforto no sofá, por exemplo, eles começam a ocupar o espaço que antes era de livros, revistas, jornais e até mesmo da televisão. O iPad pode executar a maioria das funções que se espera de um computador tradicional, mas essa não é a ideia do produto. Pelo contrário. O sistema de comando intuitivo e o formato adequado para a leitura casual fazem o computador do iPad "desaparecer". O objetivo da Apple é que o usuário, mesmo conectado à internet e segurando um computador nas mãos, se esqueça disso e se concentre na leitura de um livro eletrônico ou na navegação na internet. "Telas sensíveis ao toque vão dar origem a inúmeras novas máquinas de leitura, de desenho e de anotações", diz Scott Klemmer, pesquisador do grupo que estuda interações entre pessoas e computadores da Universidade Stanford.


Fonte: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0963/especiais/primeirapessoa/2004/ponta-dedos-537030.html

MEMÓRIAS DE COMPUTADOR FICAM MAIS VERDES TIRANDO PROVEITO DO CALOR

Agitação térmica

As flutuações termais aleatórias nas memórias magnéticas, até agora consideradas um problema, podem ser manipuladas para reduzir a energia necessária para o armazenamento digital de informações.

Este é o resultado de uma pesquisa inédita feita por pesquisadores da Universidade de Gottingen, na Alemanha, e do MIT, nos Estados Unidos.

O desenvolvimento poderá viabilizar a fabricação de memórias de computador que operem com um gasto de energia significativamente menor do que as memórias atuais.

O problema do calor

O calor é geralmente um problema quando se trata do armazenamento de dados digitais. No nível microscópico, as moléculas e os átomos de qualquer material, a uma temperatura acima do zero absoluto, estão em constante movimento, colidindo uns com os outros.

Como as memórias magnéticas dependem do controle e da medição precisa da orientação de minúsculas partículas magnéticas, os empurrões que os átomos e as moléculas vão dando uns nos outros conforme os componentes se aquecem acabam por danificar os dados.

Memórias de computador ficam mais verdes tirando proveito do calor

Esses problemas térmicos tornam-se uma preocupação ainda maior à medida que os engenheiros tentam construir memórias magnéticas mais rápidas e mais adensadas.

Aproveitando o calor

Mas o calor não é de todo ruim, de acordo com esta nova pesquisa, na qual os cientistas demonstraram que os movimentos térmicos aleatórios podem ser úteis para a gravação dos dados magnéticos.

Essencialmente, eles descobriram que a aplicação de uma corrente elétrica que seria fraca demais para gravar alguma coisa na memória, ainda assim pode ser eficaz para o registro

da informação porque o movimento térmico dá um impulso adicional para ajudar a orientar as partículas magnéticas.

Os pesquisadores confirmaram o efeito medindo as flutuações magnéticas conforme as partículas que compõem a memória estavam sendo alinhadas.

PCs verdes

Os movimentos termais são aleatórios, o que por sua vez provoca variações aleatórias no tempo que leva para as partículas magnéticas se alinharem.

O fato de que os tempos de alinhamento variam de 1 a 100 bilionésimos de segundo deixou claro que o movimento aleatório, dependente da temperatura, deve estar ajudando a inverter a magnetização das partículas.

A confirmação experimental dos efeitos termais sobre as memórias magnéticas aponta para novos esquemas de gravação de dados termicamente assistida. Isto poderá reduzir a potência necessária para armazenar as informações, ajudando na construção de futuros PCs que serão cada vez mais verdes.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=memorias-computador-mais-verdes-calor&id=010150100310

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Oracle: clientes Sun não precisam temer

A compra da Sun pela Oracle, fechada em US$ 7,4 bilhões e concluída esta semana, não deve preocupar qualquer cliente da companhia adquirida.

É o que garante o presidente da Oracle, Charles Phillips, que falou em um evento transmitido a toda imprensa mundial via webcast nesta quarta-feira, 27.

De acorco com Phillips, não haverá demissões massivas e, ao contrário do temor manifestado por alguns usuários, não haverá qualquer perda dos produtos em uso, e sim um upgrade das soluções e serviços.

“O passado é feito de muitos componentes, de muitos fabricantes diferentes, o que torna tudo muito variado, muito pouco seguro, muito caro. O presente e o futuro são de integração”, explicou Phillips, ressaltando que, para promover a integração com a Sun, a companhia investiu US$ 4,3 bilhões em P&D no último ano.

A máquina mais rápida
Com a tecnologia adquirida da Sun, a Oracle lança o Exadata Database Machine 2, solução de hardware e software que Phillips define como “a mais rápida do mercado para data warehouse e processamento de transações online”, capaz de processar em até dez vezes menos tempo do que os equipamentos tradicionais.

Com a novidade, a Oracle pretende bater concorrentes como IBM e EMC.

O Exadata Database Machine reúne servidor e storage, tecnologia Sun FlashFire, Database 11g Release 2 e Oracle Exadata Storage Software Release 11.2.

Nada de demissões
Quanto ao temor dos colaboradores da Sun, o VP sênior da Oracle, Bob Shimp, garante que não há qualquer risco de demissão em massa.

Pelo contrário: segundo o CEO da Oracle, Larry Ellison, declarou ao Wall Street Journal nesta quarta-feira, 27, o plano da empresa é contratar mais dois mil funcionários, nos setores de vendas e engenharia, nos próximos meses.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

5 armadilhas da virtualização

A virtualização está se tornando cada vez mais popular entre as companhias. Um dos motivos para isso é a facilidade para migrar aplicativos da insfraestrutura física para a virtual. Mas os riscos são grandes: basta tomar uma decisão sem planejamento ou cair em um dos buracos de desempenho para prejudicar toda a infraestrutura virtual dos aplicativos. Confira abaixo cinco questões de desempenho de virtualização que devem ser levadas em conta.

1. Hardware inadequado
Um dos propósitos da virtualização é eliminar os servidores físicos, mas isso não significa que o equipamento não é importante, afirma o administrador de operações de Sistemas da Informação da companhia de serviços de Tecnologia da Informação (TI) e dataceners Computacenter (CCC), Ian Scanlon.

A CCC migrou mais de 700 servidores que rodavam suas operações internas de TI para a solução da VMware, no começo de 2007, e tem poucos problemas de desempenho, mesmo com aplicações que exigem muitos recursos, afirma Scanlon. Todas as máquinas virtuais são executadas em servidores blade da HP, com 48GB de memória RAM e grande espaço SAN em cada um deles.

Com esse equipamento, todos os dados, aplicações baseadas em servidor SQL e outros sistemas não passam por instabilidade durante as operações da empresa.

2. Argumentos fracos
Servidores virtuais ajudam na economia, mas se houver um grande o foco em redução de custos, quando eles forem configurados, você não conseguirá economizar dinheiro ou ter um bom desempenho, afirma Scanlon. Conexões de rede em banda larga, fibra no lugar de cobre, por exemplo, fazem muito mais sentido para economizar alguns trocados mais à frente, acrescenta o executivo.

“Adotamos a migração querendo reduzir custos, inicialmente, algo que não fizemos de verdade”, afirma Scanlon. “Os benefícios estão na agilidade, no tempo necessário para ativar um novo servidor ou ampliar algo, facilitando a administração. Não estamos economizando muito, mas acredito que ninguém aqui diria que tomamos uma decisão errada”.

Segundo uma pesquisa realizada pela revista CIO nos Estados Unidos, muitas companhias percebem economias significativas com a virtualização, mas valorizam os ganhos em agilidade tanto quanto os cortes de gastos.

3. Reduza os planos de suporte
Todos gostam de ter servidores “gratuitos” com algumas máquinas virtuais em um único equipamento, mas isso não elimina a carga total da infraestrutura, afirma o analista do Burton Group, Chris Wolf. Na verdade, a carga é provavelmente maior em termos de energia, rede e recursos de armazenamento.

Cinco máquinas virtuais em um host físico utilizam a mesma quantidade de banda larga e espaço em disco que cinco servidores físicos, e precisam da mesma quantidade de configurações, segurança, administração, licenciamento, atualizações e todo o resto do trabalho empenhado em manter uma aplicação ou um data center ativo, acrescenta Wolf. Cortar os planos de suporte ou fracassar o planejamento para novas máquinas virtuais pode não afetar um dia de trabalho, mas a raiz de softwares terá uma queda rápida no desempenho.

4. Apontar problemas e não resolvê-los
Em várias companhias, as áreas de TI são divididas em subáreas. As pessoas que não sabem lidar bem com responsabilidades compartilhadas passarão a gestão de qualquer coisa que é executada em um servidor virtualizado para o “cara da virtualização”, afirma o diretor sênior de marketing da divisão Ionix da EMC, Bob Quillan, que trabalha com gestão de infraestruturas virtuais.

Ao criar outra área responsável por algo relacionado a todo o departamento de TI, as companhias se expõem a um ambiente de sessões de “apontar dedos” – ao invés de trabalhar cada problema quando algo der errado. A TI tradicional não estão acostumada às mudanças que uma infraestrutura de máquinas virtuais traz e, por isso, costumam reclamar e culpar a tecnologia. Analisar e estabelecer procedimentos de resposta dentro de um ambiente virtual, assim como em um físico, é o único jeito de evitar que os pequenos problemas se tornem desastres.

5. Sobrecarregue suas aplicações
O hypervisor pode ser o mesmo entre duas máquinas virtuais rodando na mesma máquina (ou em máquinas idênticas), mas as aplicações que são executadas nelas mudam completamente as dinâmicas, de modo que é preciso continuar trabalhando nos planos de capacidade de acordo com a demanda de acada aplicação em cada servidor, afirma Scanlon.

É fácil colocar meia dúzia de máquinas virtuais executando uma aplicação normal em um servidor físico, mas pode ser difícil estruturar apenas duas máquinas virtuais rodando um aplicativo pesado.

Executar servidores Citrix de aplicativos virtuais em uma máquina virtual também não é um problema, a menos que alguém esqueça que o aplicativo Citrix é um servidor virtual, cujos recursos para atender demandas serão consumidos rapidamente quando todo mundo que o utiliza se logar na ferramenta, caso não tenham sido feitos testes que simulem condições reais de trabalho.

"Tivemos poucos problemas de desempenho desde que migramos, mas acho que isso é mais porque começamos com um hardware muito bom”, afirma Scanlon. “Ele nos manteve longe de muitos problemas”.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/01/20/5-armadilhas-da-virtualizacao/

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Obras do Parque Tecnológico seguem em ritmo avançado na Paralela

As obras do Parque Tecnológico de Salvador continuam em ritmo avançado. Além da infraestrutura, com grande parte do piso intertravado instalado (que vai evitar inundação na área em caso de chuva) e tubulações colocadas, o primeiro prédio do complexo está na fase da fundação. Quem passa pela entrada do empreendimento, na Avenida Paralela, percebe a movimentação de caminhões, trabalhadores e tratores, mas não imagina o estágio que as obras alcançaram na parte interna, a cerca de 700 m da pista de acesso.

A estrutura viária está praticamente finalizada em diversos pontos e até a grama já foi aplicada em algumas das rotatórias e canteiros. As ciclovias e calçadas começam a receber o piso, que é em cor diferente da pista para carros. O meio-fio já foi colocado na maior parte da extensão do empreendimento.

TecnoCentro – O grande destaque fica para a construção do TecnoCentro. O primeiro edifício do Parque Tecnológico vai abrigar as principais instituições de suporte de ciência e tecnologia. Será um ambiente de articulação entre a academia e as empresas, que também vai disponibilizar uma série de serviços para as empresas que estarão instaladas no parque. Para isso, contará com um escritório de projetos, observatórios voltados para as áreas prioritárias, Núcleos de Inovação Tecnológica (chamados de “Nits”), incubadoras, auditórios, salas de videoconferência e salas de projeções 3D.

Entre dezembro e janeiro, os trabalhos avançaram muito. A contenção das encostas está praticamente pronta e a parte do TecnoCentro de onde hoje se vê a fundação vai abrigar os andares de garagem do edifício – que serão construídas em nível subterrâneo.

No TecnoCentro, que é a área totalmente gerida pelo poder público, há uma série de medidas para garantir o bom uso de materiais e energia. O projeto arquitetônico considera desde posição de ventos, sol e sombra (para conforto térmico) até reuso de água. Os sanitários são a vácuo. A água de pias e chuveiros será tratada e marcada com uma cor diferente para aplicação em jardinagem, por exemplo. É a chamada água cinza.

O prédio também conta com sistema de captação de água de chuvas. A iluminação zenital (natural) vai gerar economia de energia. Corredores e áreas comuns valorizam a iluminação que vem do sol, mas há lâmpadas de apoio para o caso de necessidade (fim da tarde, noite, dias nublados). O sistema de automação, com sensores, também evita desperdício com lâmpadas.

Pesquisa – O Parque Tecnológico foi concebido para atrelar o desenvolvimento científico e tecnológico ao setor produtivo e se constituir no principal instrumento de atração de pesquisa de ponta, abrigando um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica. Será também um centro de convergência do sistema estadual de inovação na Bahia, nas esferas pública, acadêmica e empresarial.

O empreendimento é concebido em três eixos centrais: o da inovação (como instrumento de atração de empresas), da tecnologia (esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas) e da ciência (estratégia de fortalecimento da produção científica). As áreas prioritárias serão biotecnologia e saúde, energia e ambiente, tecnologia da informação e da comunicação, além de cultura e turismo.

Data: 12/12/2010

Fonte: Ascom Secti

http://www.fapesb.ba.gov.br/cti/noticias/noticia.2010-01-12.1966110233

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Google mostra nesta quinta seu sistema operacional

O Google vai dar mais detalhes hoje sobre o sistema operacional Google Chrome OS. A empresa vai realizar um evento em sua sede, em Mountain View, na Califórnia, para mostrar mais detalhes do funcionamento do software e dar informações técnicas.

Entretanto, diz o blog Techcrunch, confirmando informações que o próprio Google já havia divulgado, o Google OS só sai em 2010. O encontro terá participação de Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, e Matthew Papakipos, diretor de engenharia para o Google OS.

O sistema, de código aberto, é baseado em uma distribuição do Linux e pretende ser "veloz, simples e seguro", nas palavras do Google. Seu anúncio inicial foi feito em junho deste ano.

O Chrome OS irá rodar em máquinas com processadores x86 e ARM. A ideia do Google é que os aplicativos do Chrome OS rodem na internet ¿ o Chrome OS nada mais é do que o navegador Chrome rodando sobre um sistema de janelas sobre uma base em Linux. Com todo o software online, os programas rodam também em Windows, Mac e Linux.

Apesar de baseado em software de código aberto, o Chrome OS não está relacionado ao outro sistema operacional do Google, o Android, que foi feito para celulares e dispositivos portáteis.

Zumo Notícias

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

GOOGLE ESTREIA RIVAL DO WINDOWS EM 2010


SUN VALLEY - O Google está desenvolvendo um sistema operacional para netbooks que pode pôr fim ao duradouro domínio da Microsoft sobre a experiência dos usuários de computadores.

O novo programa, anunciado na noite de terça-feira (06/07) pelo gigante das buscas, será baseado no navegador Chrome, que completou nove meses de idade.

A companhia vai contar com a ajuda da comunidade de desenvolvedores de código aberto para criar o sistema operacional do Chrome, que deve estar disponível a partir do segundo semestre de 2010.

O Google confirmou seus planos logo após o serviço de notícias de tecnologia Ars Technica e o The New York Times publicarem rumores a respeito da novidade.

O sistema operacional representa a mais corajosa estratégia da companhia para competir diretamente com sua mais forte rival: a Microsoft.

Nos últimos anos, a fabricante do Windows assistiu a alguns de seus principais executivos a trocarem por cargos no Google. Além disso, a suíte online de aplicações Google Apps vem sendo uma irritante concorrente para pacote Office.

Por outro lado, a companhia de Redmond investiu bilhões de dólares para aperfeiçoar seu mecanismo de pesquisa online e seu sistema de anúncios na internet. No mês passado, o Bing, novo buscador da Microsoft, conseguiu aumentar a participação da empresa no mercado.

Agora, o Google mira a jugular da maior fabricante de software do planeta enquanto prepara o novo sistema operacional do Chrome.

Grande parte do poder e da receita da Microsoft são oriundos do Windows, que está instalado na maioria dos computadores do mundo há cerca de duas décadas.

Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, diversas vezes classificaram o Windows como um programa sem graça muito suscetível a vírus e outros problemas de segurança.

"Ouvimos sempre a opinião de nossos usuários e eles são claros: os computadores precisam melhorar urgentemente", escreveu Sundar Pichai, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, no blog da companhia.

Eric Schmidt, CEO do gigante das buscas, e Brin devem dar mais detalhes sobre o novo sistema operacional ainda nesta semana quando se apresentarem na conferência de mídia organizada pelo Allen & Co em um resort em Idaho.

"Acreditamos que a possibilidade de escolher estimulará a inovação e todos serão beneficiados, incluindo o Google", acrecentou Pichai.

Fonte:

terça-feira, 21 de abril de 2009

Confira o raio X da fusão Oracle e Sun

A Oracle e a Sun Mycrosystems podem não ter muito em comum à primeira vista, mas um olhar mais atento pode revelar as possíveis sinergias e disparidades entre as duas empresas, que estão em vias de se tornar uma só.

A Oracle possui 85 mil funcionários espalhados pelo mundo e faturou US$ 22,4 bilhões no ano fiscal de 2008, com lucro de US$ 5,5 bilhões. A empresa tem cerca de 320 mil clientes, sendo a esmagadora maioria – 280 mil – na área de banco de dados, área que foi seu berço. Ao longo dos anos, a companhia expandiu seu portfólio de aplicações empresariais, fazendo ofertas agressivas por rivais como PeopleSoft, BEA, Hyperion e Siebel.

Já a Sun tem 33,5 mil funcionários em seu quadro e faturou US$ 13,8 bilhões em 2008, com lucro de apenas US$ 403 milhões – queda de US$ 70 milhões sobre o ano anterior. Além do negócio de hardware – que inclui servidores corporativos, armazenamento e os processadores UltraSPARC –, a companhia possui ativos importantes na área de software, como a linguagem de programação Java, o sistema operacional Solaris e o banco de dados MySQL.

Historicamente, muitas das licenças de banco de dados da Oracle foram vendidas para rodar em servidores Sun. Com a aquisição, uma das alternativas pode ser a venda combinada de hardware com software. Isso, no entanto, poderia causar problemas para a Oracle junto a parceiros tradicionais, como HP, Dell e IBM.

Outro caminho possível para a Oracle é aproveitar o hardware em ofertas de software como serviço, ou computação em nuvem, como dita a moda. Há ainda uma terceira alternativa para a     Oracle: vender a área de hardware da Sun mais barato para uma das suas rivais – novamente, HP, Dell e IBM.

Na área de software, o futuro também é nebuloso. Todos os esforços da Sun para tornar tecnologias como Java e Solaris mais abertas podem ganhar novos contornos nas mãos da Oracle. O MySQL, banco de dados de código aberto comprado pela Sun um ano atrás, também terá que encontrar seu lugar ao lado do software rival feito pela dona da casa.

É razoável supor que parte do esforço da Oracle em comprar a rival está justamente em tirar estes ativos da mão de possíveis rivais – notadamente a IBM, que abandonou o negócio no meio do caminho.

É quase certo que haverá demissões. Na época em que a IBM era a possível compradora, falava-se em até10 mil cortes, mas com a ausência da área de hardware na Oracle, pode ser que as sobreposições sejam menores. Por outro lado, na área de software podem sobrar cargos equivalentes.

Como parte do processo de integração, a Oracle terá que lidar ainda com as finanças deterioradas da Sun, embora a companhia tenha afirmado em comunicado oficial que a mais recente aquisição seria mais lucrativa no seu primeiro ano que as compras da BEA, PeopleSoft, e Siebel combinadas.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

LIXO ELETRÔNICO: UM PROBLEMA DE TODOS NÓS

O ritmo acelerado de lançamento de novos produtos faz com que muitos usuários troquem seus equipamentos eletrônicos freqüentemente. Todo este descarte de equipamentos, muitos deles ainda em funcionamento, pode gerar um grande impacto no meio ambiente.

O chamado lixo eletrônico é formado por computadores completos ou suas partes, celulares e suas baterias, TVs, impressoras, só para citar alguns equipamentos. Todos estes produtos são altamente poluentes (com materiais como chumbo, níquel, selênio e arsênio) e continuam a ser produzidos em grande quantidade ano a ano. Infelizmente, muitos destes itens acabam sua vida em um lixo comum ou aterro sanitário. 

Mesmo sem saber exatamente a quantidade de lixo eletrônico produzido, é fácil imaginar o tamanho do problema que o País enfrentará em pouco tempo, tendo como base os 12 milhões de computadores, 48 milhões de celulares e 10 milhões de televisores vendidos só no ano de 2008. Considerando que o tempo para obsolescência de um computador é calculado em até 4 anos, a situação só vai piorar.

A solução adequada para este tipo de lixo é a chamada reciclagem, muito bem representada no Brasil pela ONG Metarecliclagem. Esta ONG atua desde 2002 com o objetivo de captação e remanufatura de computadores usados que posteriormente são distribuídos para projetos sociais com o uso do Software Livre.

Se você espera por leis para tratar este problema, sinto informar que há 17 anos o Congresso Brasileiro aprecia o projeto de lei n.º 203/91, que trata do assunto, sem uma solução. E o que podemos fazer individualmente, mesmo na ausência de leis que regulem o descarte de material eletrônico?

A primeira iniciativa é o uso racional da tecnologia, o que significa consumir o necessário e só substituir computador antigo quando ele realmente não atende as suas necessidades. Atualmente muitas empresas que desenvolvem programas de computador lançam novos produtos que oferecem apenas uma interface diferente sem nenhum recurso adicional. Estes novos aplicativos normalmente exigem um novo equipamento forçando os usuários a substituir seus computadores. Não caia neste truque e avalie bem a real necessidade de um upgrade dos programas e hardware que você utiliza.

Outra questão é dar o fim adequado aos equipamentos descartados. Doar os computadores antigos para instituições que ainda podem utilizá-los é uma boa saída.

Uma última observação. Muitos equipamentos descartados armazenam informações particulares (e confidenciais) que imaginamos estarem apagadas. Isto é verdade para pessoas comuns, mas não para hackers e espiões à caça de munição para praticarem algum delito eletrônico. Por isso, muito cuidado ao jogar fora seus eletrônicos. Só faça isto após ter certeza que os dados pessoais ali armazenados foram realmente apagados.


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BRASIL PRECISA DE MESTRES E DOUTORES EM TECNOLOGIA, DEFENDE ESPECIALISTA

São Paulo - Com crise mundial, País tem grande chance para alavancar a indústria interna, mas carece de capital intelectual para acelerar esse processo.

Por Rodrigo Afonso, repórter do COMPUTERWORLD

09 de abril de 2009 - 18h50

Com a crise e os recentes acontecimentos no mercado mundial, uma nova ordem desenhou-se no setor de tecnologia da informação: as empresas norte-americanas continuam preocupando-se em manter nos EUA apenas os empregos de ponta, mas a Índia perdeu credibilidade para receber vagas de profissionais menos qualificados. Com isso, o Brasil passou a apresentar-se como uma opção mais equilibrada para preencher os diversos tipos de oportunidades.

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Segundo Pedro Bicudo, analista da TGT Consult, o que pode atrapalhar uma maior atuação brasileira no setor é a falta de profissionais do topo da pirâmide - os mestres e doutores em tecnologia. A quantidade de pessoas com esse tipo de perfil no País é muito pequena se comparada aos números de Índia, China, países da Europa e Estados Unidos.

De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes), do Ministério da Educação e Cultura (MEC), em 2002 o número de mestres e doutores em tecnologia formados no País era de 6.894. Em 2005, esse total subiu para quase 9 mil pessoas, colocando o Brasil em 17º lugar no ranking mundial. Até 2010, a meta da Capes é de que o Brasil forme 16 mil mestres e doutores anualmente.

Bicudo justifica essa carência dizendo que o Brasil tem uma grande massa de mão-de-obra trabalhando diretamente em desenvolvimento de sistemas, não apenas codificando. mas afirma que o País precisa de profissionais de ponta para gerar conteúdo intelectual. “O potencial é muito grande. Para comprová-lo, basta acompanhar o trabalho das comunidades de software livre. O problema é que só geramos conteúdo gratuito”, lamenta.

Com mestres e doutores, o País se qualifica também para receber e até inaugurar seus próprios centros de desenvolvimento de alto rendimento, como aqueles que as grandes multinacionais mantêm nos países desenvolvidos, como a Microsoft e a IBM nos EUA.

“Isso traria ainda mais equilíbrio para o mercado brasileiro de TI e qualificaria o Brasil para competir internacionalmente no mesmo patamar que os países desenvolvidos do setor”, aponta o analista.


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