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quinta-feira, 11 de março de 2010

MEMÓRIAS DE COMPUTADOR FICAM MAIS VERDES TIRANDO PROVEITO DO CALOR

Agitação térmica

As flutuações termais aleatórias nas memórias magnéticas, até agora consideradas um problema, podem ser manipuladas para reduzir a energia necessária para o armazenamento digital de informações.

Este é o resultado de uma pesquisa inédita feita por pesquisadores da Universidade de Gottingen, na Alemanha, e do MIT, nos Estados Unidos.

O desenvolvimento poderá viabilizar a fabricação de memórias de computador que operem com um gasto de energia significativamente menor do que as memórias atuais.

O problema do calor

O calor é geralmente um problema quando se trata do armazenamento de dados digitais. No nível microscópico, as moléculas e os átomos de qualquer material, a uma temperatura acima do zero absoluto, estão em constante movimento, colidindo uns com os outros.

Como as memórias magnéticas dependem do controle e da medição precisa da orientação de minúsculas partículas magnéticas, os empurrões que os átomos e as moléculas vão dando uns nos outros conforme os componentes se aquecem acabam por danificar os dados.

Memórias de computador ficam mais verdes tirando proveito do calor

Esses problemas térmicos tornam-se uma preocupação ainda maior à medida que os engenheiros tentam construir memórias magnéticas mais rápidas e mais adensadas.

Aproveitando o calor

Mas o calor não é de todo ruim, de acordo com esta nova pesquisa, na qual os cientistas demonstraram que os movimentos térmicos aleatórios podem ser úteis para a gravação dos dados magnéticos.

Essencialmente, eles descobriram que a aplicação de uma corrente elétrica que seria fraca demais para gravar alguma coisa na memória, ainda assim pode ser eficaz para o registro

da informação porque o movimento térmico dá um impulso adicional para ajudar a orientar as partículas magnéticas.

Os pesquisadores confirmaram o efeito medindo as flutuações magnéticas conforme as partículas que compõem a memória estavam sendo alinhadas.

PCs verdes

Os movimentos termais são aleatórios, o que por sua vez provoca variações aleatórias no tempo que leva para as partículas magnéticas se alinharem.

O fato de que os tempos de alinhamento variam de 1 a 100 bilionésimos de segundo deixou claro que o movimento aleatório, dependente da temperatura, deve estar ajudando a inverter a magnetização das partículas.

A confirmação experimental dos efeitos termais sobre as memórias magnéticas aponta para novos esquemas de gravação de dados termicamente assistida. Isto poderá reduzir a potência necessária para armazenar as informações, ajudando na construção de futuros PCs que serão cada vez mais verdes.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=memorias-computador-mais-verdes-calor&id=010150100310

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Lixo eletrônico: o outro lado da Era da Tecnologia

Agência Fapesp - 30/10/2009

Um dos efeitos da atual onda tecnológica, que a princípio não parecia preocupante, é o acúmulo do lixo eletrônico, que ocorre com a rápida obsolescência dos equipamentos. [Imagem: Ogunseitan et al./Science]

Há mais de dez anos tem crescido enormemente o uso de dispositivos eletrônicos portáteis, como computadores, telefones celulares e tocadores de música (primeiramente CD e, depois, arquivos digitais).

Um dos resultados, que a princípio não parecia preocupante, é o acúmulo do lixo eletrônico, que ocorre com a rápida obsolescência desses equipamentos.

Equipamentos eletrônicos descartados

Os equipamentos eletrônicos descartados representam o tipo de resíduo sólido que mais cresce no mundo, mesmo nos países em desenvolvimento. Um dos grandes problemas desse lixo está nas baterias, que contêm substâncias tóxicas e com grande potencial de agredir o ambiente.

Em artigo publicado na edição desta sexta-feira (30/10) da revista Science, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comentam o problema e a ausência de políticas adequadas de reciclagem.

"O pequeno tamanho, a curta vida útil e os altos custos de reciclagem de tais produtos implicam que eles sejam comumente descartados sem muita preocupação com os impactos adversos disso para o ambiente e para a saúde pública", apontam os autores.

Metais pesados

Os pesquisadores destacam que os impactos ocorrem não apenas na hora de descartar os equipamentos eletrônicos, mas durante todo o ciclo de vida dos produtos, desde a fabricação ou mesmo antes, com a mineração dos metais pesados usados nas baterias.

"Isso cria riscos de toxicidade consideráveis em todo o mundo. Por exemplo, a concentração média de chumbo no sangue de crianças que vivem em Guiyu, na China, destino conhecido de lixo eletrônico, é de 15,2 microgramas por decilitro", contam.

Segundo eles, não há nível seguro estabelecido para exposição ao chumbo, mas recomenda-se ação imediata para níveis acima de 15,2 microgramas por decilitro de sangue.

Alternativas de menor impacto ambiental

Os pesquisadores estimam que cada residência nos Estados Unidos guarde, em média, pelo menos quatro itens de lixo eletrônico pequenos (com 4,5 quilos ou menos) e entre dois e três itens grandes (com mais de 4,5 quilos). Isso representaria 747 milhões de itens, com peso superior a 1,36 milhão de toneladas.

O artigo aponta que, apesar do tamanho do problema, 67% da população no país não conhece as restrições e políticas voltadas para o descarte de lixo eletrônico. Além disso, segundo os autores, os Estados Unidos não contam com políticas públicas e fiscalização adequadas para a reciclagem e eliminação de substâncias danosas dos produtos eletrônicos.

Os pesquisadores pedem que os governos dos Estados Unidos e de outros países coloquem em prática medidas urgentes para lidar com os equipamentos eletrônicos descartados. Também destacam a necessidade de se buscar alternativas para os componentes que causem menos impactos à saúde humana e ao ambiente.

Fonte: clique aqui!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

TI verde: 5 dicas para manter sua empresa sustentável

Saiba por que o departamento de tecnologia deve liderar processo que tornará as empresas ecologicamente corretas.

Por Computerworld/EUA

05 de outubro de 2009 - 07h00

Cada vez mais cresce a pressão para que as empresas sejam sustentáveis. No entanto, a maioria delas sequer possui profissionais com foco em questões voltadas a sustentabilidade e gestão em meio-ambiente. Lacuna que abre portas às equipes de tecnologia da informação (TI), as quais têm excelente chance de tomar proveito do que já sabem sobre TI Verde.

Ou sejam, estão na frente de outros profissionais por deterem mais conhecimentos sobre sustentabilidade e liderar esse processo nas organizações. Agora, por que TI deve assumir esse papel? A primeira razão é o fato de a tecnologia estar presente em todas as áreas da organização.

Segundo, as principais medidas para economizar energia elétrica e cortar custos e que contribuem para o meio-ambiente vêm de ações da área de TI. O problema está em como obter conhecimento para liderar a área. “Não existe ainda um currículo padrão para as melhores práticas de TI Verde", diz o vice-presidente da consultoria inglesa Datamonitor Group e um dos fundadores da consultoria verde SIG411 LLC, Adrian Bowles.

Isso significa que os profissionais precisam aprender sozinhos ao mesmo tempo em que são cobrados para entregar resultados "verdes". A reportagem do Computerworld nos Estados Unidos ouviu diversos líderes de TI e identificou cinco conjunto de ações bastante valiosas, que podem ajudar as empresas a torná-las mais sustentáveis. Confira abaixo:

1. Crie ambientes que tornem viável projetos com foco em sustentabilidade

Organizações de todos os tipos e tamanhos estão tentando criar ambientes de trabalho mais sustentáveis. Algumas até vêm buscando a liderança na área com certificados oficiais que atestem essa condição. Para tanto, os profissionais de TI são chamados a criar soluções.

“Não é algo que costumamos fazer na condição de profissionais de tecnologia” diz o vice-presidente global de Energia e Utilites da IBM, Brad Gammons. Os profissionais de TI vão ter que pensar em como suas decisões causam impacto no projeto de sustentabilidade e, consequentemente, na forma em que as instalações da empresa afetam a infraestrutura tecnológica.

"O impacto é grande nos tipos de dispostivios usados, no local onde as pessoas serão alocadas, assim como nos espaços de trabalho que são desenhados, entre outras questões", explica Gammon. O departamento de tecnologia também precisa entender melhor as infraestruturas complexas usadas para a manutenção de prédios inteligentes.

Tecnologia cuida dos espaços físicos, sistemas de segurança, controle de acesso e, em alguns casos, até mesmo dos sistemas de aquecimento e ar condicionado. “Nos velhos tempos, o gerenciamento de sistemas de edificações funcionavam como ilhas. Hoje, tudo se integrou no departamento de TI”, afirma o vice-presidente global de energia e sustentabilidade da Johnson Controls, Clay Nesler. A empresa é fornecedora de soluções de energia para edifícios.

De acordo com Nesler, os técnicos de TI devem entender as métricas e os sistemas de monitoramento que estão por trás dos edifícios sustentáveis e entender, com clareza, que eles possuem requisitos diferentes de outros sistemas relacionados aos computadores. “Você não pode resetar um ar condicionado da mesma forma que faz com um servidor", diz. "Há questões de segurança e de saúde ligadas ao uso do equipamento. Se o profissional olhar somente para o console de sistema, pode levar em consideração todas essas variáveis".

2. Mantenha regras que controlem as emissões de carbono

A TI passa a ter, também, a responsabilidade de cortar as emissões de carbono da empresa, mesmo aquelas que precisam manter uma rede de logística vasta. Assim, alguém da área de tecnologia deve entender de carbono e saber mensurá-lo nos produtos e processos por toda a companhia, diz Adrian Bowles, da Datamonitor.

Assim, a área de TI terá de colaborar com outras unidades de negócios para calcular, capturar e reportar todas as atividades de compra e saídas feitas por diversos departamentos. Ou seja, dentro do próprio departamento de tecnologia, por exemplo, pode-se avaliar quanto o desenvolvimento de uma aplicação vai emitir de carbono com a energia gasta com hardware em testes.

Todas as unidades possuem suas próprias questões do gênero. “Assim, o profissional de TI precisará entender a economia e as implicações do gerenciamento de carbono: o que é monitorado hoje, o que deveria ser monitorado e quais serão as demandas do futuro que também precisarão ser observadas", explica Bowles. "Não dá para gerenciar o que não se consegue medir".

3. Procure se adequar às regulamentações ligadas ao meio-ambiente

Os líderes de tecnologia estão se deparando com leis e regulações que impactam tudo o que a TI produz, compra, descarta e emite de carbono. No Brasil, as iniciativas existem, mas ainda são incipientes. A regulamentação que existe no mundo é um excelente parâmetro, sobretudo pelo seu rigor, embora sejam realistas quando à possibilidade de se adotar uma postura mais verde e sustentável, sem impacto nos negócios.

4. Adote políticas de gerenciamento de energia

Os profissionais da área de TI devem desenvolver um melhor entendimento sobre a necessidade de energia de toda a organização e como as pessoas se relacionam com os dispositivos elétricos, diz o diretor de marketing e ecotecnologia da Intel, John Skinner.

O executivo reconhece que a maior parte das companhias já possui pessoal específico para cuidar da conta de energia, mas acredita que os profissionais de TI é que deverão se envolver com a área e em tecnologias que começam a despontar, como a virtualização.

Além de desenvolver sistemas de monitoramento, criar data centers eficientes, pensar na tendência das redes inteligentes de energia elétrica e em seus requisitos, os profissionais também devem lidar com uma situação em que a alimentação não é suficiente para atender às necessidades da empresa em determinados locais. “A menor disponibilidade de energia também é algo que exigirá grandes esforços dos profissionais", afirma o analista sênior da Datamonitor, Vuk Trifkovic.

5. Reconstrua as habilidades já existentes

· Análises de negócios: as empresas terão de incluir em suas soluções de análises de negócios módulos que direcionem projetos verdes. Para fazer isso, elas terão de determinar o que deve ser analisado e como apresentar os resultados e informações.

· Gerenciamento de mudanças: mudar significa deixar o que já está definido para ações como, desligar monitores ao deixar o posto de trabalho, abandonar o scanner que fica sob a mesa, entre outras questões. É necessário entender como influenciar as pessoas para comprar a ideia da sustentabilidade.

· Telecomunicações: os departamentos de TI imploram por especialistas na área, segundo Bammons. As iniciativas verdes também devem incluir redução de viagens, o que se traduz na necessidade de soluções avançadas de comunicações. A implantação de infraestrutura para possibilitar o trabalho remoto também conta muitos pontos.

· Gerenciamento de ativos: as empresas começaram a analisar produtos com critérios verdes. Com isso, os líderes de TI precisam considerar novos fatores ao calcular o custo total de propriedade de seus ativos. Eles terão de considerar a quantidade de gases tóxicos que o ativo produz, além da eletricidade que consomem e o custo para realizar um descarte ecologicamente correto no final do ciclo de vida.


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sábado, 8 de novembro de 2008

Para quem é bom a responsabilidade Social?

 

A idéia de responsabilidade social fez emergir outros termos como a sustentabilidade que e vista com uma nova filosofia de vida para a humanidade no século XXI. Ou seria a sustentabilidade uma lucrativa estratégia de marketing para a ascendência da chama decadente do capitalismo moderno.

Com esta suposta facilidade, há cerca de seis meses recebo impressos de uma das administradoras de cartão de credito, um impresso sugerindo ou de modo ligeiramente apelativo que tenta convencer o cliente aderir a fatura por email. Notoriamente e louvável a idéia de Sustentabilidade matar uma arvore só para fazer o guia de programação ou emitir uma fatura é quase inaceitável.

Evitar a derrubada de árvores pode ser feito através da reciclagem, as faturas inclusive as da já citada administradora, se utiliza deste processo não por que seja mais barato. A reciclagem é uma filosofia digna de parabéns, muitas organizações espalham aos quatro ventos sua política de responsabilidade social. Faturas por email, papel reciclado e ações junto a pequenas comunidades e organizações não governamentais. No entanto pode-se perguntar o quanto isso é interessante para uma organização capitalista, organização esta que existe apenas para oferece um produto ou serviço em busca de lucro.

Analisando a estratégia da fatura por email pode-se chegar a algumas deduções do custo total em uma organização. Partindo do pré suposto que deixando de emitir as faturas reduz-se os custos com o papel, e com a tinta além dos custos com energia e máquinas manutenção e pessoas para operar as mesmas, além de outros custos agregados financeiramente falando e uma redução significativa.

Ainda deve-se considerar o contrato com a empresa brasileira de correios ou transportadoras para fazer os impressos chegarem até o cliente, apenas estes fatores representam cifras importantes para qualquer gestor financeiro.

Até aqui entendemos o lado lucrativo da organização vamos analisar o outro lado, o cliente em questão. Para aderir a tal facilidade o cliente deve ter acesso a rede mundial de computadores, embora o alcance digital esteja se popularizando a maioria das pessoas não possuem computador muito menos internet, que ainda em um artigo de luxo visto os preços exorbitantes por uma conexão “mixuruca”.  Além disto, é necessário ter uma impressora e claro ter tinta, e papel reciclado ou não. Material de informática cartuchos, equipamentos e etc., é relativamente caro para cerca de 70% da população de classe media no Brasil.

E tudo lindo e maravilho se não tão descarada a transferência de responsabilidade e principalmente de custo para o cliente, se não fosse tão lucrativa não seria bom, além da ótima repercussão na mídia, para que propaganda melhor. Enoja-me certas facilidades que de facilidades nada tem. Apenas modernizam a exploração do homem pelo Homem se utilizado de termos ou políticas que todos aprovam na atualidade.  Aparentemente todas estas ações promovidas por grandes corporações têm um lado benéfico para a população mais não se deixe enganar, se são boas para a polução são melhores e muito lucrativas para a quem se propõe a fazer, e um investimento no ativo da organização.

Conclui-se que as correntes ideológicas para defender tais ações são inegavelmente marqueteiras, valorizar e preferir produtos de organizações que simploriamente se dizem socialmente responsáveis é algo que deve ser analisado, pois tal slogan é visto pelo empresário como um diferencial de seus produtos onde a organização quer apenas esta inserida no contexto da contemporaneidade ou terão seus dias contados.       

 

Referências:

http://www.habitatbrasil.org.br/

http://www.bancoreal.com.br/index_internas.htm?stUrl=/default.aspx 

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Desenvolvimento Sustentável

Não é bom apenas para o futuro de seus filhos, é bom para o seu presente também

Desde a Revolução Industrial, a busca pelo desenvolvimento financeiro e tecnológico iniciou a exploração dos recursos naturais no nosso planeta. Desmatamento das florestas para fabricar moveis, papel, ferramentas, entre outros; exploração de minérios e pedras preciosas; extração, transformação e consumo de petróleo como fonte principal de energia. Tudo isso foi fator preponderante para aumentarmos a poluição em nosso planeta, diminuirmos os recursos naturais e a capacidade da natureza renovar suas fontes principais, como a água e a mata atlântica.

A diminuição do filtro natural da terra para a energia Solar, e o aumento, exagerado, da emissão de gases poluentes, principalmente o Gás Carbônico (CO2), na atmosfera fez surgir um efeito denominado de “Efeito Estufa”. O efeito estufa age como um bloqueio a saída das ondas de calor, provenientes do Sol, do nosso planeta para o espaço, fazendo com que essa energia se concentre aqui, aumentando a temperatura de nosso planeta.

Os efeitos para esse aumento caso ele continue serão o derretimento das calotas polares aumentando o nível de água nos oceanos, podendo inundar, ou ainda fazer desaparecer algumas cidades litorâneas, como Veneza e Salvador. Também ocasionam o aumento de fenômenos naturais desastrosos, como furacões, maremotos, tempestades, tsunami, entre outros.

Diante desse contexto surgiu o termo Desenvolvimento Sustentável. Este conceito defende o desenvolvimento, tecnologico, social, ou financeiro, sem comprometer o meio ambiente e os seus recursos naturais, para que nós continuemos tendo uma boa qualidade de vida e também as nossas gerações futuras.

O texto abaixo foi extraído do website de um banco brasileiro que vem divulgando a Sustentabilidade e associando sua marca a ela, através de suas campanhas publicitárias.

 

“Para que serve uma empresa? Basicamente, para prestar um serviço à sociedade, contribuindo para o seu desenvolvimento. O lucro é uma conseqüência disso e também um sinal de que a empresa está fazendo um bom trabalho.

A questão que importa para nós, do Banco Real, é a maneira pela qual isso é feito. Como qualquer empresa, nós também perseguimos o lucro, mas temos algo muito claro nesse processo: queremos lucro como resultado de um jeito certo de trabalhar.

Temos consciência de que nosso negócio é um agente fundamental de desenvolvimento econômico. Sabemos que temos um importante papel a desempenhar na construção de um mundo mais sustentável.

Como os negócios em geral precisam da intermediação de um banco para serem colocados em prática, aproveitamos essa oportunidade para colocar em prática aquilo em que acreditamos. Assim, podemos contribuir para disseminar uma nova ética de negócios, que considere o meio ambiente e o desenvolvimento de toda a sociedade.

Para atingir esse objetivo, temos lançado um novo olhar para as nossas atividades. Em todas as nossas decisões, buscamos o lucro como resultado de uma relação que respeite a sociedade e o meio ambiente.”

Fonte: http://www.bancoreal.com.br/index_internas.htm?stUrl=/oqueesustentabilidade/Sustentabilidade%20Para%20Nos/Apresentacao.aspx